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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Nasce Afrodite amor, nasce o teu corpo


Em resposta a um desafio dos amigos Rogério e para a divulgação sistematizada do nosso Nobel da Literatura, aqui fica um poema lindíssimo de José Saramago, musicado e cantado pela voz maravilhosa de Pedro Barroso.

Deliciem-se com o poema e a música que o envolve.

sábado, 19 de junho de 2010

O meu primeiro Saramago

ou... como vou apresentar o grande Saramago aos meus netos.
O contador de histórias para adultos que não sabia contar histórias às crianças, segundo afirmação ternurenta do próprio autor, o que revela bem a sua sensibilidade e preocupação pelo mundo em que vivemos. Esperemos que o futuro da humanidade esteja nas crianças que lerem contos como este já que os adultos se têm preocupado pouco em preservar o seu ambiente.



Aqui fica a história infantil - A Maior Flor do Mundo do Nobel da Literatura Portuguesa - José Saramago. Depois desta, muitas outras lerão que a Avó Té tem cá muitos livros dele para vocês lerem.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

A jangada de pedra libertou-se...


José Saramago morreu...
Nada que não estivéssemos à espera tal o estado debilitado em que se encontrava da última vez que nos visitou.
Não terei as palavras exactas para lhe dizer quanto reconhecimento existe no meu coração pelo muito que disse nos seus livros, de uma forma tão brilhante que lhe mereceu um Nobel - o 1º e único da Literatura Portuguesa.
Não terei nem saber nem cultura para dizer todo enorme reconhecimento pelo orgulho que me fez sentir ao vê-lo receber tão valioso galardão.
Não terei nem saberei dizer-lhe a profunda gratidão pelas sábias palavras, mesmo que contundentes, ao confrontar os poderes deste país com afirmações polémicas para despertar consciências.
Não terei palavras para lhe dizer adeus pois comigo continuará através de seus livros que já li e ainda terei que ler por serem muitos os testemunhos que nos legou.
Não terei as palavras justas para lhe fazer a devida homenagem.
Creio, no entanto, por tudo o que acho conhecer do homem, que vai apreciar a singeleza desta mulher do povo.
A jangada de pedra libertou-se e hoje, à deriva, navega rumo à... eternidade!