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quinta-feira, 7 de junho de 2012

1-2-3 Experiência


Espero que gostem do resultado apesar da qualidade das imagens não ter sido a melhor, assumo e peço desculpa.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Festival de cor e som


Enquanto trabalhadora tentava-me por trapos e objectos de decoração. Agora que sou reformada ligo a jardins independentemente do seu tamanho, sejam eles muito elaborados por arquitectos paisagistas, simples jardins urbanos ou até tão naturais como os que existem sem intervenção da mão humana em serranias ou nas falésias da nossa costa duma beleza singela mas super tocante.

Por isso aproveitei a sugestão de uma ex-colega de escola que colocou este vídeo no Facebook e rapinei a ideia de imediato. Espero que tenham o tempo suficiente para ver tudo ao som das bonitas valsas vienenses que são a fusão mais que perfeita com o espectáculo floral.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Aqui quero perder-me... de novo

Hoje venho confessar-me...

... estou debilitada psicologicamente.

Isso pode acontecer, não pode?


Num blog desportivo para onde a minha prática diária, como blogger do "Leoa Assanhada", me conduz habitualmente, leio um comentário, que não me atrevo a transcrever mas me deixa brutalmente chocada por chamar "macaco a um preto que ele não é racista porque preto nem sequer é raça".

Mais grave ainda... o energúmeno, autor deste comentário, assinava "Juve Leo" e culpava o cujo dito macaco de responsável pelos acontecimentos de Alcochete no jogo de júniores entre Sporting e Benfica.

Fiquei tão de rastos que nem me atrevo a navegar na blogoesfera leonina nos dias mais próximos com receio de o voltar a encontrar. O pior é que energúmenos destes existem em todas as claques desportivas e, especialmente na Leonina, Dragões e Diabos. Isso não me tranquiliza nada muito antes pelo contrário.


Fujo da política para me alienar dos seus "enredos" chocantes e o desporto não me compensa.

Como se não bastasse, hoje, resolvi matar saudades de blogs amigos que não visitava há muito e cuja temática é bem diferente da que me queixo atrás. Os temas são mais literatura, política, sociedade, por aí...

Depois de comentar nalguns sítios com os quais me identificava mais parei no Brilho da Vida que sempre me puxa para cima. Mas nem sempre isso é verdade. Deparei com um post onde se comentava mais uma morte a juntar a tantas de que temos tido notícia nestes últimos tempos e esta de um ser anónimo de 28 anos que tinha um blog onde trocava ideias sobre a sua tentativa de elevar a sua auto-estima através da decisão tomada de fazer uma dieta, ginástica e a ajuda de medicamentos para conseguir emagrecer e voltar a ser linda e parecida com alguns dos seus ícones de referência como a Cláudia Raia e outras estrelas brasileiras suas compatriotas.


Resultado: morreu há 15 dias com um AVC, segundo notícia que pude confirmar noutro blog.

Como tenho uma sobrinha que era linda com mais uns quilos do que os que agora pesa e que não quer parar a dieta quando já parece um esqueleto ambulante, percebem porque fiquei tão deprimida?

Sinto-me frustrada e, pior ainda, acho que a minha geração que tanto lutou para construir esta sociedade está a chegar à conclusão que não valeu muito a pena. Os filhos foram mimados demais e tudo lhes foi dado de bandeja estando agora a passar a fase de nem darem ouvidos aos que experienciaram situações e vivências bem traumáticas que eles nem sonham. E continuam a fazer o que eles dizem que sabem muito melhor do que nós. OK! Tudo bem! Eles já sabem e nós "desaprendemos". Eles estão a viver e nós já estamos na prateleira.

Tenho mesmo que parar de navegar na blogoesfera até recarregar as minhas baterias para ter estrutura para aguentar tantas mortes, desilusões políticas e "Skin heads" das claques que não ajudam a pacificar este mundo violento que no meu tempo era de guerra pela libertação de povos e agora é assim.. de natureza totalmente gratuita.


Desculpem a dose mas assim escusam de procurar pela Tité ou por onde é que ela anda porque a Tité vai desaparecer no jardim durante uns tempos para bem da sua sanidade mental se é que ainda vai a tempo.

Aceitem as minhas flores com desejos de "PEACE & LOVE" e... até breve!!!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Aqui... perco-me!

Ultimamente "parece" que desapareci. Mas não... tenho andado pelos mesmos sítios se bem que permaneça menos tempo frente ao computador.

Enquanto o tempo estava frio e nós - todos - reclamávamos que o tempo já não é o que era, o meu passatempo favorito era visitar os meus amigos virtuais e falar com eles pelos cotovelos. Eu sei, eu sei que falo que me desunho, escusam de repetir uma frase que já ouço desde que me conheço como gente.

Então o que ando a fazer agora? perguntam os meus amigos. Ando a conversar com as plantas do meu jardim. Ando a regá-las porque têm sede. Ando a apanhar o ar que já me faltava. Ando a "energizar-me" com o sol que, apesar de algumas nuvens teimosas, aparece para me agradar. O que eu amo o SOL!!!

E hoje decidi pedir a colaboração da minha amiga Dina do "Coisas Simples" para o nome das flores amarelas que se encontram em cima do lado esquerdo da foto. Se precisares clica na foto para a aumentar e identificar melhor as flores lindas que vinham junto com várias sementes de flores campestres e cujo nome ignoro. A minha mãe chamou-lhes: Flores do Paraíso. Porém, tu chamaste este nome a outras que aparecem no teu blogue mas de côr branca.

Claro que qualquer ajuda é bem-vinda desde que saibam e queiram colaborar.

E pronto!!! É aqui que vou ficar à espera das vossas contribuições para desvendar este mistério, já que as várias tentativas para procurar na net têm sido totalmente frustradas. As flores do paraíso aí são tropicais e de côr vermelha.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Finalmente o tão desejado SOL!!!!!

Com o regresso do sol, este maravilhoso astro que tanto nos energiza e dá calor, apetece-me finalmente sair de casa, pôr as mãos na terra, limpar ervas daninhas, colher flores.

Encher a casa de luz e alegria com a mancha colorida que a mistura de flores proporciona e irradia.


Mas não, não consigo colher flores do meu jardim.

É superior às minhas forças...

Se elas estão lá tão lindas e resplandecentes como posso eu tira-las do seu habitat natural onde duram, fecham à noite, abrem de dia, servem de repasto às abelhinhas e outros insectos que por elas vagueiam, para as meter em casa onde logo fenecem.

Não! Prefiro fotografa-las e guarda-las assim... para sempre!

Tal como eu que exulto de alegria logo que chega ao sol, estão no seu direito de brilharem mais intensamente no sítio onde nasceram do que no espaço que lhes reservo, normalmente onde não recebem o sol que me energiza, tanto como a elas.

Respeito-lhes a beleza e o sentimento.