Santo António pregando aos peixes. Guimarães. Foto tirada da Wikipédia.Santo António é de Lisboa, em Portugal e de Pádua, em Itália.
A sua história é vasta e o seu trabalho em Itália como exímio teólogo e grande pregador foi amplamente reconhecido.
Porém, não me quero debruçar sobre a sua vida religiosa. Apenas referir-me a este Santo como um dos três santos populares mais celebrados no nosso país.
A sua história é vasta e o seu trabalho em Itália como exímio teólogo e grande pregador foi amplamente reconhecido.
Porém, não me quero debruçar sobre a sua vida religiosa. Apenas referir-me a este Santo como um dos três santos populares mais celebrados no nosso país.
Os três santos populares, por ordem de datas dos seus festejos que se repetem pelo país inteiro são:
13 de Junho - Santo António que leva os Lisboetas para as ruas para o celebrar em todas as suas vertentes, desde o folgazão ao casamenteiro.
23 de Junho - São João que obriga os Portuenses a inundar as suas ruas em festejos que se prolongam pela madrugada armados com alhos-porro e martelinhos mais recentemente.
29 de Junho - São Pedro o mais velho e mais sisudo dos festivos santos juninos
13 de Junho - Santo António que leva os Lisboetas para as ruas para o celebrar em todas as suas vertentes, desde o folgazão ao casamenteiro.
23 de Junho - São João que obriga os Portuenses a inundar as suas ruas em festejos que se prolongam pela madrugada armados com alhos-porro e martelinhos mais recentemente.
29 de Junho - São Pedro o mais velho e mais sisudo dos festivos santos juninos
É noite de Santo António
Estalam foguetes no ar;
Põe o manjerico à janela
E vem para a rua dançar.
Ó Vila Real alegre,
Província de Trás- dos- Montes,
Um dia que não te veja,
Meus olhos são duas fontes.
Sete e sete são catorze
Com mais sete, vinte e um
Tenho sete namorados
E não gosto de nenhum
Estalam foguetes no ar;
Põe o manjerico à janela
E vem para a rua dançar.
Ó Vila Real alegre,
Província de Trás- dos- Montes,
Um dia que não te veja,
Meus olhos são duas fontes.
Sete e sete são catorze
Com mais sete, vinte e um
Tenho sete namorados
E não gosto de nenhum
Quando era pequenita as crianças iam para a rua pedir "um tostãozinho para o Santo António" que se destinava a comprar o que fosse mais indicado para fazer os tronos ao Santo António que, nos Bairros tradicionais Lisboetas serviam para atrair e reunir os seus habitantes para os grandes arraiais onde se comia a bela da sardinha no pão. Saltavam-se as fogueiras e queimavam-se as alcachofras que se deixavam nas janelas para depois de serem banhadas pelo luar diriam se os nossos amores eram ou não correspondidos.

Muito mais haveria a dizer sobre o Santo e as suas tradições populares, mas prefiro finalizar dizendo... este é o Santo da minha devoção. Com ele posso contar para tudo. Para me proteger a mim e à minha família. Para me proporcionar prosperidade e conforto. Para me ajudar a encontrar tudo o que perco com a ajuda de seu Pai. Enfim conto tanto com ele que até me viciei em comprar estatuetas de Santo António. Cá em casa já há 6 e não devo ficar por aqui.
Obrigada Santo António pelas graças concedidas.

Muito mais haveria a dizer sobre o Santo e as suas tradições populares, mas prefiro finalizar dizendo... este é o Santo da minha devoção. Com ele posso contar para tudo. Para me proteger a mim e à minha família. Para me proporcionar prosperidade e conforto. Para me ajudar a encontrar tudo o que perco com a ajuda de seu Pai. Enfim conto tanto com ele que até me viciei em comprar estatuetas de Santo António. Cá em casa já há 6 e não devo ficar por aqui.
Obrigada Santo António pelas graças concedidas.